Em 16 de setembro de 1987, 46 países assinaram o documento intitulado "Protocolo de Montreal", no qual se comprometeram a a parar de fabricar o gás Clorofluorcarbono (CFC), apontado como o maior "vilão" na destruição da camada de ozônio. Para comemorar o "pacto", a ONU declarou a data como Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio."
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Buraco na camada de ozônio fica estável em 10 anos, diz estudo
16 de setembro de 2010 • 08h27 • atualizado às 09h59
A camada de ozônio, o escudo que protege a vida na Terra dos níveis nocivos de radiação ultravioleta, manteve-se estável na última década, conforme estudo divulgado nesta quinta-feira. A concentração de ozônio em escala mundial, incluindo o Ártico e a Antártida, não variou graças à eliminação gradual das substâncias que destruíam a camada protetora.
Isso só foi possível com a aprovação em 1987 do Protocolo de Montreal que regula o uso destas substâncias, aponta o estudo elaborado pela Organização Mundial da Meteorologia (OMM) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Por esta avaliação científica sobre a camada de ozônio feita neste ano - a primeira atualização em quatro anos sobre o assunto -, a aplicação do Protocolo de Montreal "impediu um esgotamento maior da camada de ozônio", e ao mesmo tempo "apresentou valiosos benefícios secundários ao mitigar a mudança climática".
Por isso, os analistas preveem que, exceto nas regiões polares, a camada de ozônio se recupere antes de meados deste século, alcançando os níveis registrados antes de 1980.
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